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Mercado Pneu de caminhões de transporte cobrindo os principais fatores e perspectivas competitivas até 2027

O mais recente relatório de análise de mercado no mercado Pneu de caminhões de transporte realiza diagnósticos da indústria como uma forma de acumular dados valiosos no ambiente de negócios do mercado Pneu de caminhões de transporte para o período de previsão de 2020-2027. Os especialistas no assunto por trás da pesquisa coletaram estatísticas vitais sobre a participação de mercado , tamanho e crescimento como forma de ajudar as partes interessadas, empresários e pessoal de marketing de campo a identificar as áreas para reduzir custos, melhorar as vendas, explorar novas oportunidades e agilizar seus processos. Perspectiva imparcial sobre aspectos intangíveis, como principais desafios, ameaças, novos participantes, bem como pontos fortes e fracos de fornecedores proeminentes também são discutidos neste relatório de inteligência de mercado.

Este relatório fornece uma análise histórica detalhada do mercado global para Pneu de caminhões de transporte de 2014-2020 e fornece extensas previsões de mercado de 2020-2027 por região / país e subsetores. Abrange o volume de vendas, preço, receita, margem bruta, crescimento histórico e perspectivas futuras no mercado Pneu de caminhões de transporte.

O mercado global Pneu de caminhões de transporte foi avaliado em $ XX milhões em 2019, e o tamanho do mercado global chegará a $ XX milhões no final de 2027, crescendo a um CAGR de XX% entre 2020 e 2027.

Obtenha uma cópia de amostra do relatório de mercado Pneu de caminhões de transporte com as últimas tendências da indústria https://www.marketresearchintellect.com/download-sample/?rid=474032

Escopo do relatório:

Para oferecer granularidade, o estudo examina e valida com precisão várias informações pertencentes a este vertical de negócios, incluindo as definições importantes, tipos de produtos e aplicativos. A pesquisa examina ainda outros fatores críticos, como viabilidade de investimento, retorno estimado sobre o investimento, gestão da cadeia de suprimentos, poder de consumo, preços de produtos e status de importação e exportação para permitir que os proprietários de negócios cheguem à conclusão certa para retornos bem-sucedidos. Os dados sobre competências essenciais para os principais participantes do mercado e oportunidades de mercado são apresentados por meio de gráficos autoexplicativos, tabelas e imagens gráficas.

Fonte: https://www.ijxdroid.com/2021/02/04/mercado-pneu-de-caminhoes-de-transporte-cobrindo-os-principais-fatores-e-perspectivas-competitivas-ate-2027/

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Startup Rivian conquista investidores com caminhões elétricos e recebe aporte de US$ 2,65 bi

A Rivian, startup de veículos elétricos apoiada pela Amazon e pela Ford, afirmou que pretende iniciar a produção de uma picape elétrica e um SUV ainda neste ano, e anunciou uma rodada de investimentos de US$ 2,65 bilhões liderada pela T. Rowe Price.

A Rivian disse que captou US$ 8 bilhões desde o início de 2019. A nova avaliação da empresa da Califórnia com este último investimento é de US$ 27,6 bilhões, de acordo com uma pessoa familiarizada com as finanças de Rivian.

Fundada em 2009, a Rivian se prepara para produzir uma picape e um utilitário esportivo elétricos. Ambos os modelos devem chegar ao mercado até meados deste ano e serão feitos em uma antiga fábrica da Mitsubishi no Illinois. A Rivian também está desenvolvendo caminhões de entrega elétricos para a Amazon.

A Rivian disse que as entregas de picapes começarão em junho, enquanto as de SUVs começarão em agosto. As edições de lançamento dos veículos custam de US$ 75 mil a US$ 77.500, respectivamente, com autonomia de 480 quilômetros para ambos.

Produzir um carro novo do zero é uma tarefa monumental para montadoras estabelecidas, quanto mais para uma startup. “O processo de criar algo assim não é nada simples. É uma orquestração complexa, milhares de peças vindas de centenas de fornecedores. É definitivamente muito mais complicado do que as pessoas pensam e muito mais difícil do que eu pensava que seria”, declarou RJ Scaringe, fundador e executivo-chefe da Rivian, em entrevista.

A Rivian espera começar a produzir sua van de entregas da Amazon em grande número no segundo semestre deste ano. A gigante do varejo já está testando protótipos na estrada, e fez dos caminhões parte central de sua estratégia de redução de emissões, com um pedido para que dez mil sejam entregues até o fim de 2022.

Outros investidores anteriores na Rivian incluem o Soros Fund Management, a BlackRock e a distribuidora automotiva saudita Abdul Latif Jameel.

Fonte: https://neoradar.uai.com.br/startup-rivian-conquista-investidores-com-caminhoes-eletricos-e-recebe-aporte-de-us-265-bi/

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Caminhões do American Truck Simulator recebem novas opções de chassis

 SCS Software divulgou ontem uma nova atualização para o simulador de caminhões American Truck Simulator. De acordo com a produtora, a atualização 1.40 do jogo passará a contar com novas opções de chassis para os caminhões, que além de 6×2 e 6×4, passarão a contar com versões 4×2, 8×4 e 8×6.

O anúncio ocorre simultaneamente à comemoração do quinto aniversário do simulador, que já conta com caminhões de sete grandes montadoras dos Estados Unidos, além de nove estados do país, Califórnia, Nevada, Arizona, Novo México, Oregon, Washington, Utah, Idaho, e Colorado.

A lista divulgada pela SCS mostra que alguns caminhões terão novas cabines, em versão curta, para uso com os chassis 4×2.

  • Freightliner Cascadia: Cabine curta 4×2
  • Mack Anthem: Cabine curta 4×2
  • International LoneStar: Cabine curta & Cabine leito 8×4
  • Peterbilt 389: Cabine curta & Cabine leito 8×4 & 8×6
  • Volvo VNL: Cabine curta 4×2, Cabine curta & Cabine leito 8×4
  • Peterbilt 579: Cabine curta 4×2
  • Kenworth W900: Cabine curta & Cabine leito 8×4 & 8×6
  • Kenworth T680: Cabine curta 4×2
  • Western Star 49X: Cabine curta 8×4 & 8×6

Além disso, outras novidades serão divulgadas nos próximos dias, antes do lançamento oficial da atualização 1.40, que ainda não tem data para sair.

O jogo está disponível na Steam, e custa R$ 14,00 na versão básica, sem os conteúdos adicionais, ou R$ 170,00 na versão com todos os conteúdos disponibilizados desde o lançamento.

Fonte: https://blogdocaminhoneiro.com/2021/02/caminhoes-do-american-truck-simulator-recebem-novas-opcoes-de-chassis/

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Aumento do ICMS em São Paulo pode comprometer vendas de caminhões

O ICMS terá aumento apenas no Estado de São Paulo, mas a região é uma das mais importantes do País com 130 concessionárias de caminhões

O aumento do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no Estado de São Paulo deve comprometer a recuperação das vendas de caminhões em 2020. Afinal, as novas alíquotas entrarão em vigor neta sexta-feira, 15 de janeiro.

A projeção é de alta de 21,7% nas vendas. Mas os números devem ser revistos por causa do novo ICMS. A informação é do presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Segundo Assumpção, São Paulo tem grande representatividade nas vendas de caminhões. Em outras palavras, um aumento do ICMS prejudicará os negócios. Atualmente, há 130 concessionárias de caminhões no Estado.

Alta do ICM para usados será de 207%

“A Fenabrave faz as projeções trimestralmente”, diz Assumpção. “Mas tudo indica que vamos ter números menores do que imaginamos nos primeiros dias do ano.”

O aumento do ICMS visa recuperar a perda de arrecadação em 2020. Para equilibrar as contas, o Governo do Estado de São Paulo vai reajustar as alíquotas de veículos novos de 12% para 13%.

Em seguida, haverá reajuste de 14,5% em abril. Além disso, o ICMS para usados também vai subir. Atualmente, o imposto é de de 1,80% para 5,53% – um aumento de 207%.

Preço do caminhão deve subir

Dessa forma, o lojista que comprar um caminhão usado de R$ 80.000, por exemplo, vai pagar R$ 4.424 de ICMS. Atualmente, ele pagaria R$ 1.440 de imposto.

Segundo entidades que representam o setor, essa alta vai reduzir ainda mais a margem de lucro. Tanto das concessionárias quanto dos revendedores independentes.

Logo, isso trará consequências diretas para o consumidor. E deve refletir nos negócios de caminhões novos. Segundo Assumpção, em 60% dos negócios o comprador dá um usado como parte de pagamento.

Impacto na produção

Além disso, há risco de impacto até na produção de caminhões. A informação é do vice-presidente da da Associação Nacional das Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Marco Saltini.

Em entrevista ao Estradão, ele disse que pode haver haver redução do número de pedidos. “O problema é se mais Estados quiserem aderir a esses aumentos.”https://6a9c0778c9bf354af075dec0d1f07b73.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html

Representantes das concessionárias e da Secretaria Estadual da Fazenda vão se reunir nesta quinta-feira (14) para discutir o assunto. “Se não houver acordo, não descartamos a possibilidade de uma briga jurídica”, afirma o presidente da Fenabrave.

Falta de matérias primas e componentes preocupa

Segundo Assumpção, a falta de matérias primas e peças também pode prejudicar a recuperação do mercado de caminhões em 2021.

Ele lembra que as fabricantes vêm tendo dificuldade para atender a demanda desde o ano passado. De acordo com o executivo, a retração da produção foi provocada pela pandemia do novo coronavírus.

Conforme Saltini,  a indústria ainda sente os reflexos da carência de materiais. Afinal, há falta de vários itens – de pneus a plásticos, por exemplo.

Fim de ano com força-tarefa

Com isso, a produção sofreu interrupções pontuais ao longo do último trimestre de 2020. Por isso, as fabricantes realizaram uma força-tarefa em dezembro para tentar melhorar a situação.“Há empresas que reduziram as férias coletivas. Ao passo que outras que não tiveram as tradicionais duas semanas de descanso no fim do ano. Afinal, era preciso garantir a entrega dos pedidos”, diz.

Fonte: https://estradao.estadao.com.br/caminhoes/aumento-do-icms-em-sao-paulo-pode-comprometer-vendas-de-caminhoes/

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Meritor lança novo eixo para caminhões com até 45 t de PBTC

O eixo Meritor será o substituto do MS-160 que equipa os caminhões VWCO Constellation, DAF XF e demais modelos

Meritor lançou o eixo traseiro MS 160 EVO para caminhões com até 45 toneladas de Peso Bruto Total Combinado (PBTC) que rodam em operações de construção, coleta de lixo e de madeireiras. Ele também é destinado a ônibus rodoviários e urbanos.

De acordo com a engenharia da Meritor, essa nova versão pesa 52 kg, 22 a menos que a anterior (74 kg). Isso foi possível graças ao desenvolvimento de um desenho que descarta o uso de fixadores para integrar as caixas do diferencial e do pinhão.

Com isso, a empresa informa que haverá maior eficiência e redução de custo nas operações de transporte. A Meritor informou ainda que o novo eixo precisa de menos manutenção.

O novo eixo substitui o MS-160, o modelo mais vendido da empresa. De acordo com a Meritor, ele equipa os caminhões VW ConstellationDAF XFVolvo VM, Iveco Stralis e Iveco Tector, além dos chassis Agrale MA 17.0 e MT 17.0.

Gerente Sênior de Engenharia do Produto da Meritor, Fábio Brandão diz que “o novo eixo pode aumentar o desempenho em aplicações severas”. Isso significa mais tempo do veículo em operação. Além do aumento da durabilidade do equipamento.

Até 14 mil eixos em 2021

A empresa via produzir na fábrica de Osasco, na grande São Paulo, de 13 mil a 14 mil eixos MS-160 EVO até o fim deste ano. O produto é global e vai substituir o MS-160 em outros países, de forma gradual.

No Brasil, a Meritor é uma das principais fornecedoras de eixo e sistemas de drive train. Entre os clientes estão as marcas Volkswagen Caminhões e Ônibus, Mercedes-Benz, Volvo, Iveco, Agrale e DAF.

Sua linha de produção está concentrada na fábrica de Osasco. Mas a empresa norte-americana informou no ano passado que vai construir uma nova unidade. Será em Roseira, no Vale do Paraíba, em São Paulo.

Com investimento de R$ 200 milhões, terá capacidade inicial para produzir 2 mil eixos por mês. A abertura da fábrica ainda não tem data prevista devido ao impacto do Covid-19 nos mercados globais.

A empresa informou que a fábrica de Osasco não será fechada. A unidade funciona desde a década de 1950.

Eixo elétrico para o Brasil

A Meritor também quer trazer o sistema de eixo elétrico ao Brasil. Contudo, ainda não divulgou quando isso vai ocorrer.

Na Fenatran de 2019, a marca lançou o modelo 14Xe. É o primeiro produto desenvolvido pela Blue Horizon. Essa divisão é global e foca novas tecnologias de mobilidade.

O 14Xe tem motor elétrico central de duas velocidades que se integra ao eixo diferencial trativo. Portanto, essa acomodação libera espaço para as baterias.

O novo eixo vai equipar caminhões com PBT a partir de 16 toneladas. A VWCO deverá ser a primeira cliente do eixo elétrico da Meritor.

Isso porque é a única com um projeto avançado de produção de caminhões elétricos no Brasil. Trata-se do e-Delivery, que começa a ser feito em série nos próximos meses.

Fonte: https://estradao.estadao.com.br/caminhoes/meritor-lanca-novo-eixo-para-caminhoes-com-ate-45-t-de-pbt/

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Tamanho do mercado caminhões de transporte de 2021 por principais participantes, fatores de crescimento, tipos, aplicativos, regiões e previsão para 2025

O mercado caminhões de transporte fornece uma análise aprofundada de portfólios de produtos para os principais participantes que contribuem para o crescimento do mercado, tamanho do mercado, tendências emergentes e desenvolvimento mais recente em diferentes regiões geográficas. O relatório da indústria caminhões de transporte rastreia os principais desenvolvimentos tecnológicos junto com manufaturas, colaborações, fusões, aquisições e desenvolvimentos relevantes semelhantes ocorrendo no mercado.

Obtenha um PDF de amostra do relatório – www.absolutereports.com/enquiry/request-sample/16030707

As principais manufaturas no Relatório de Mercado caminhões de transporte cobertas são:

Liebherr
Hitachi
Yutong
Bryan
Caterpillar
Beml
Doosan
Komatsu
Belaz

Para entender como o impacto da Covid-19 é abordado neste relatório – www.absolutereports.com/enquiry/request-covid19/16030707

O mercado caminhões de transporte é segmentado por Tipos:

> 50T
50 ~ 100T
100 ~ 200t
200 ~ 400T
De outros

O mercado caminhões de transporte é segmentado por aplicativos:

Mina de carvão
Mina de ferro
Gold / Copper Mine
alumínio Mina
Outras

Principais razões para comprar:
Para obter análises criteriosas do mercado e ter uma compreensão abrangente do mercado caminhões de transporte global e seu cenário comercial.
Avalie os processos de produção, os principais problemas e as soluções caminhões de transporte para mitigar o risco de desenvolvimento.
Para entender as forças motrizes e restritivas mais afetantes no mercado caminhões de transporte e seu impacto no mercado global.
Saiba mais sobre as estratégias de mercado que estão sendo adotadas pelas respectivas organizações líderes.
Para entender as perspectivas e perspectivas para o mercado caminhões de transporte.

Informe-se ou compartilhe suas dúvidas antes de comprar este relatório – www.absolutereports.com/enquiry/pre-order-enquiry/16030707

Análise regional e nacional
O mercado caminhões de transporte é analisado e as informações sobre o tamanho do mercado são fornecidas por regiões (países).
As principais regiões cobertas no relatório de mercado caminhões de transporte são América do Norte, Europa, Ásia-Pacífico, América Latina, Oriente Médio e África. Ele também abrange as principais regiões (países), a saber, EUA, Canadá, Alemanha, França, Reino Unido, Itália, Rússia, China, Japão, Coreia do Sul, Índia, Austrália, Taiwan, Indonésia, Tailândia, Malásia, Filipinas, Vietnã, México, Brasil, Turquia, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, etc.
O relatório inclui o tamanho do mercado por país e por região para o período 2015-2025. Também inclui o tamanho do mercado e a previsão por tipo e por segmento de aplicativo em termos de vendas e receita para o período 2015-2025.

Adquira este relatório (preço 3660 USD para uma licença de usuário único) – www.absolutereports.com/purchase/16030707

Fonte: http://minhodiario.com/2021/02/05/tamanho-do-mercado-caminhoes-de-transporte-de-2021-por-principais-participantes-fatores-de-crescimento-tipos-aplicativos-regioes-e-previsao-para-2025/

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Ambev faz acordo com startup para a produção de caminhões elétricos

A companhia fechou parceria com a Fábrica Nacional de Mobilidade (FNM) para a compra de 1 mil caminhões elétricos

A Ambev fechou parceria com a startup Fábrica Nacional de Mobilidade (FNM) para a compra de 1 mil caminhões elétricos. A startup foi uma das finalistas do programa Aceleradora 100+ da Ambev, em 2019. O valor do investimento foi mantido em sigilo pelas companhias.

Para desenvolver o projeto da Ambev, a FNM fez um contrato de cooperação técnica e industrial com a Agrale. A entrega de toda a frota está prevista para ser concluída até o fim de 2023. Cada caminhão elétrico do modelo FNM 833 representará corte de 126 mil quilos de gases de efeito estufa por ano em relação aos caminhões movidos a combustível fóssil.

O veículo piloto rodará nas rotas de entrega de bebidas no Rio de Janeiro, com autonomia de até 100 quilômetros por dia. A recarga total dos caminhões será feita por “Wallbox com tomadas CCS2” em até quatro horas, conectadas na rede de 380Volts nos centros de distribuição da Ambev, que já operam com energia solar. Após testes na sede da fábrica da Agrale em Caxias do Sul (RS), os caminhões vão começar a rodar.

A Ambev já tinha um acordo de intenção de compra de 1,6 mil caminhões elétricos da Volkswagen Caminhões e Ônibus. A substituição da frota (atualmente de 5,3 mil veículos) por caminhões movidos a energia limpa faz parte dos planos da Ambev de reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 25% até 2025. Com esse acordo, a Ambev já contratou metade da frota de caminhões para rodar com energia limpa até 2023, com emissão zero de carbono.

De acordo com a companhia, o caminhão FNM vem 100% conectado aos sistemas de tecnologia da Ambev, trazendo em tempo real as informações de rota e performance para a área de monitoramento da empresa e informações como trânsito, trajetos e características do cliente. O veículo também possui tecnologias de segurança, como um sistema anticolisão com inteligência artificial e câmeras integradas.

Fonte: https://valor.globo.com/empresas/noticia/2021/01/21/ambev-faz-acordo-com-startup-para-a-producao-de-caminhoes-eletricos.ghtml

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Caminhões autônomos terão sistema feito por ex-engenheiros da Apple

Em testes nos caminhões autônomos desde 2019, o sensor pode ajudar a determinar rapidamente se o obstáculo à frente é uma pessoa ou uma árvore, por exemplo

Os caminhões autônomos da TuSimple terão sensores feitos pela Aeva. A empresa norte-americana foi fundada por ex-engenheiros da Apple. Até agora, ela somente com automóveis.

Leia também: VWCO Delivery terá lançamento em breve

A TuSimple é uma empresa de tecnologia da área de veículos autônomos. Além disso, tem participação minoritária na Traton, do Grupo Volkswagen.

Os sensores são do tipo Lidar. Eles detectam a luz refletida por objetos a longas distâncias. Então, podem “enxergar” objetos à frente com muita antecedência.

Caminhões autônomos testam sistema desde 2019

Ou seja, rapidamente o caminhão autônomo “percebe” se há risco. Logo, “sabe” o momento ideal para começar a frear.https://4f9b6a97318896571b81f8e7d2596d89.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html

O dispositivo está em testes desde 2019. Foi instalado em caminhões da Navistar Iternational. Nesse sentido, a apresentação foi feita na CES, feira de tecnologia em Las Vegas (EUA).

Segundo o CEO da Aeva, Soroush Salehain, a capacidade de determinar a distância segura de frenagem é um grande desafio. Sobretudo para veículos pesados, como caminhões autônomos.

Aeva atua com principais montadoras

Além disso, Aeva fez uma parceria com a alemã ZF. Segundo a empresa, o objetivo é oferecer sensores para carros autônomos. Trata-se da mesma tecnologia dos caminhões autônomos.

Ao mesmo tempo, a Aeva atua com 30 montadoras e fornecedores da indústria global de veículos. Tanto do setor de automóveis quanto de caminhões.

Recentemente, a empresa recebeu investimentos da Porsche. Por sua vez, a marca alemã famosa por seus carros esportivos faz parte do Grupo Volkswagen.

Shell passa a mirar carro elétrico

À primeira vista, a Shell deu uma guinada e tanto. Afinal, a empresa do setor de combustíveis investiu no setor de carros elétricos. Porém, isso faz todo sentido.https://4f9b6a97318896571b81f8e7d2596d89.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html

A anglo-holandesa vai comprar a Ubitricity. A alemã é uma das maiores empresas de carregamento de veículos elétricos da Europa.

Enfim, não faltam motivos para o negócio. A Shell vem sendo pressionada a reduzir as emissões de gases poluentes.

Além disso, o mercado de carros a combustão vai encolher. Nesse sentido, o Reino Unido vai proibir a venda de veículos novos com motor a combustão a partir de 2030.

O dispositivo está em testes desde 2019. Foi instalado em caminhões da Navistar Iternational. Nesse sentido, a apresentação foi feita na CES, feira de tecnologia em Las Vegas (EUA).

Segundo o CEO da Aeva, Soroush Salehain, a capacidade de determinar a distância segura de frenagem é um grande desafio. Sobretudo para veículos pesados, como caminhões autônomos.

Aeva atua com principais montadoras

Além disso, Aeva fez uma parceria com a alemã ZF. Segundo a empresa, o objetivo é oferecer sensores para carros autônomos. Trata-se da mesma tecnologia dos caminhões autônomos.

Ao mesmo tempo, a Aeva atua com 30 montadoras e fornecedores da indústria global de veículos. Tanto do setor de automóveis quanto de caminhões.

Recentemente, a empresa recebeu investimentos da Porsche. Por sua vez, a marca alemã famosa por seus carros esportivos faz parte do Grupo Volkswagen.

Shell passa a mirar carro elétrico

À primeira vista, a Shell deu uma guinada e tanto. Afinal, a empresa do setor de combustíveis investiu no setor de carros elétricos. Porém, isso faz todo sentido.

A anglo-holandesa vai comprar a Ubitricity. A alemã é uma das maiores empresas de carregamento de veículos elétricos da Europa.

Enfim, não faltam motivos para o negócio. A Shell vem sendo pressionada a reduzir as emissões de gases poluentes.

Além disso, o mercado de carros a combustão vai encolher. Nesse sentido, o Reino Unido vai proibir a venda de veículos novos com motor a combustão a partir de 2030.

Fonte: https://estradao.estadao.com.br/caminhoes/caminhoes-autonomos-terao-sistema-feito-por-ex-engenheiros-da-apple/

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Caminhões elétricos da JAC Motors começam a rodar na frota da PepsiCo

O iE1200T da JAC Motors é o primeiro caminhão elétrico para operações urbanas disponível para a venda no Brasil

JAC Motors entregou nesta semana dez caminhões elétricos iE1200T para a PepsiCO. Eles vão rodar em operações urbanas na cidade de São Paulo. E, de acordo com a JAC Motors, há a possibilidade de a gigante do setor alimentício substituir gradativamente a frota com motor a diesel por elétricos.

Com a aquisição, a PepsiCo quer reduzir as emissões de CO2 em suas operações logísticas. Um caminhão movido a diesel, de acordo com a JAC Motors, emite 500g de CO2 por km rodado e um elétrico não emite nenhum poluente.

A marca chinesa também entregou nesta semana uma unidade do caminhão elétrico para a DHL. O modelo vai operar em testeshttps://aeb66dfb3ed3516a3aaa0e4b20e68454.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html

Desde o lançamento do iE1200T, em setembro de 2020, a JAC vendeu 100 unidades. Na lista de compradores, além da PepsiCo e da DHL, estão as empresas Porto SeguroCarrefourEntreviasCPFL e Enel.

O iE1200T é o primeiro caminhão elétrico para operações urbanas à venda no Brasil. Tem peso bruto total (PBT) de 7,5 toneladas e autonomia de 250 km quando roda com 2 t de carga líquida. Mas se carregar 4 t,  a autonomia cai para 180 km.

A também chinesa BYD oferece um caminhão elétrico mais pesado, com 21 t de PBT. O T8 4×2 é ideal para coleta de resíduos.

Parceria: FNM e AMBEV       

Também nesta semana, a Ambev fechou a compra de mais veículos elétricos. Desta vez, encomendou mil vans e caminhões elétricos da Fábrica Nacional de Mobilidade (FNM). A previsão é que esses veículos sejam entregues até o fim de 2023.

A FNM produz esses veículos em uma área da montadora Agrale, em Caxias do Sul (RS).

Além disso, a Ambev já tinha fechado a encomenda de 1,6 mil unidades do e-Delivery. O caminhão elétrico da VWCO começa a ser produzido neste ano. A entrega das 100 primeiras unidades ocorrerá no segundo semestre.

De acordo com a FNM, os caminhões deixarão de emitir 126 mil quilos de CO2 por ano. Os veículos rodarão nas rotas de entrega de bebidas no Rio de Janeiro.

Além disso, eles têm autonomia de 100 km por dia. Portanto, serão recarregados nos centros de distribuição da AMBEV.https://aeb66dfb3ed3516a3aaa0e4b20e68454.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html

O modelo escolhido pela Ambev é o o FNM 833 (foto acima) que tem 18 toneladas de PTB e comprimento, de 7,2 m. Seu motor elétrico tem potência equivalente a 355 cv.

Fonte: https://estradao.estadao.com.br/caminhoes/caminhoes-eletricos-da-jac-motors-comecam-a-rodar-na-frota-da-pepsico/

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Crescimento de nichos e urgência para renovação da frota animam revendedores de caminhões após saída da Ford

Logística para suportar crescimento do e-commerce e agronegócio exigirá diminuição da idade média dos veículos que circulam no Brasil que hoje é 11,6 anos

Logística para suportar crescimento do e-commerce e agronegócio exigirá diminuição da idade média dos veículos que circulam no Brasil que hoje é 11,6 anos

Como se não bastassem os efeitos da pandemia para trazer incertezas, o ano de 2021 começou com a notícia da saída da Ford do Brasil, que para muitos representa um sinal de problemas estruturais tanto no setor de transportes quanto na economia do país. Apesar disso, ao aprofundar a análise observando aspectos específicos do setor de caminhões, concessionárias e revendedores conseguem manter o otimismo, projetar crescimento e até fazer investimentos apostando nas possibilidades de aumentar a rentabilidade no ano.

Segundo a Anfavea (associação dos fabricantes) o crescimento do volume de vendas neste ano será de 13%, alcançando um total de 103 mil unidades de caminhões comercializadas no período.

De olho nas oportunidades deste cenário, a Via Trucks, concessionária da montadora DAF Caminhões, é uma das companhias que olham para 2021 com entusiasmo. A empresa começou a se preparar ainda no final de 2020, com a inauguração de sua segunda loja no Estado de São Paulo, instalada em São Bernardo do Campo, na região do ABC. Para 2021, o planejamento estratégico prevê novos investimentos com a expansão para Santos. O planejamento prevê ainda a chegada a São José dos Campos e à Zona Oeste da Capital Paulista ao longo dos anos seguintes.

“O início de nossa operação no ABC confirmou nossas expectativas de crescimento no setor. Estamos registrando um alto volume de visitas de clientes interessados. Além disso, já tivemos vendas significativas de caminhões e serviços”, afirma o diretor geral de Operação da Via Trucks São Paulo, Hovani Argeri.

A Via Trucks investiu R$ 1,8 milhão, para a atender seus clientes no ABC em um espaço de aproximadamente 12 mil metros, que oferece 14 boxes normais, um Box Express e uma capacidade produtiva inicial para atender à passagem de 30 caminhões por dia.

Segundo Argeri, apesar das incertezas com o cenário macroeconômico, alguns fatores permitirão o crescimento das vendas mesmo na hipótese de um contraciclo econômico causado por um endurecimento nas medidas para conter a propagação do vírus. “O isolamento social causou uma forte migração para o consumo on-line e a frota de caminhões precisa acompanhar esta dinâmica para possibilitar as entregas. Por outro lado, setores como o agronegócio são vitais e não podem deixar de funcionar independentemente de outros fatores”, diz o executivo chamando a atenção para a necessidade de que as empresas e motoristas autônomos tenham veículos cada vez mais novos para assim evitarem desabastecimento.

Ele cita um estudo do Sindipeças segundo o qual a idade média dos caminhões que circulam no Brasil atualmente é de 11,6 anos. Apesar disso, 27% deles têm 16 anos de vida ou mais.

“Estrategicamente é um grande risco para os negócios em qualquer momento trabalhar com veículos tão envelhecidos. Além de poluírem mais e causarem mais acidentes, eles quebram mais e isto pode trazer grandes prejuízos em situações de margens de lucro apertadas como teremos este ano. Sabemos que as transportadoras e os profissionais do setor estão atentos a isto e farão os investimentos possíveis para rodar com caminhões cada vez mais novos”, conclui.

Fonte: https://www.terra.com.br/noticias/dino/crescimento-de-nichos-e-urgencia-para-renovacao-da-frota-animam-revendedores-de-caminhoes-apos-saida-da-ford,d28e1e1e65b05722a27ca450cdb577cc98zbjtja.html